Letra
[Verse 1]
Restam menos de doze horas
Pra voltar pra carnificina
A gravata vira corda
No pescoço da rotina
Ambiente denso, pesado
Ar no peito, ferro e sal
Cada rosto é uma máscara
Cada acordo, um ritual
Mentes corruptas por resultado
Sorriso torto, mão no chão
Eu vejo o quadro quebrado
Batendo dentro da visão
[Pre-Chorus]
O gargalo não tem fim
Tô preso no mesmo corredor
Mudança vem do nada
E explode com cheiro de dor
[Chorus]
Comédia psicótica do cacete
É de foder mesmo
Comédia psicótica do cacete
É de foder mesmo
A ordem sai torta
Morde, rasga e some
Mentes mutiladas
Sem nome, sem nome
[Verse 2]
É tanta caganeira
Que até meu estômago dói
A sala vira lama
Quando o falso herói destrói
A ordem saindo do cu
Pra sua boca, em espiral
Viaja por todos os canais
Vira veneno terminal
Que vão sair pelos anais
Hahaha, que lindo cenário
Sangra a regra, quebra a paz
No arquivo do ordinário
[Pre-Chorus]
O gargalo não tem fim
Tô preso no mesmo corredor
Mudança vem do nada
E explode com cheiro de dor
[Chorus]
Comédia psicótica do cacete
É de foder mesmo
Comédia psicótica do cacete
É de foder mesmo
A ordem sai torta
Morde, rasga e some
Mentes mutiladas
Sem nome, sem nome
[Bridge]
Olha a queda abrupta
Corta seco, volta em fúria
O que chamam de progresso
Só afunda mais a úlcera
Eu rio com os dentes cerrados
No meio desse inferno frio
Se a máquina pede sangue
Eu cuspo no teu vazio
[Final Chorus]
Comédia psicótica do cacete
É de foder mesmo
Comédia psicótica do cacete
É de foder mesmo
Restam menos de doze horas
Pra cair de novo no chão
Mentes mutiladas
Gritando dentro da mão