Letra
[Verse]
Favela grita, ecoa no asfalto rachado
Corações blindados, o céu cinza marcado
Poeira sobe, mas não apaga o brilho do olhar
Correndo entre os becos, futuro difícil de enxergar
Sangue nos punhos, alma carregada de fé
Cortando o vento, rasgando a maré
Paredes pichadas contam histórias de dor
Mas a cada queda, levanta um lutador
[Chorus]
Fortaleza de concreto, onde o sonho é revolução
Cada passo, uma vitória, cada lágrima, redenção
Fortaleza de concreto, onde o fraco vira forte
Na favela, é viver ou encarar a morte
[Verse 2]
Chão de barro, pés descalços, correndo do perigo
Ciclo de opressão, mas nunca perco meu abrigo
Mente afiada, cortante como navalha
A rua me ensinou que a batalha nunca falha
Tem fogo nos olhos, esperança na veia
Se o mundo é cruel, a gente tece nossa teia
De tijolo em tijolo, construímos resistência
No topo do morro, sobrevivência é ciência
[Chorus]
Fortaleza de concreto, onde o sonho é revolução
Cada passo, uma vitória, cada lágrima, redenção
Fortaleza de concreto, onde o fraco vira forte
Na favela, é viver ou encarar a morte