Composição
Caminho num vale de absurdos, sem saber onde a razão se esconde. Quando penso que enfim vem a calma, a tempestade ácida responde. Porra, a paz é luxo, e o caos cobra caro demais. Merda, sou esculachado por problemas que até os bichos tomam pra si. No fim, o que importa é o cacete do caos, que engole o que resta de paz. Caralho, merda, puta que pariu, todo dia mais um golpe, mais um pavio. Vai tomar no seu cu, burro, palhaço e imbecil, se acha que esse desastre tem algum perfil. Não gosta do insulto? Que se foda o que pensa, seu merda, pau no cu — não me peça clemência. No vale, a tormenta ainda ruge, e a paz segue longe demais.